Como medir o retorno de investimento de uma loja física?

Postado por agenciacanna em 10/fev/2022 - Sem Comentários

Saber investir corretamente é fundamental para o sucesso de um negócio. Em uma loja física não poderia ser diferente. Entender os pontos-chave, os maiores destaques e também o que não deu tão certo é indispensável para garantir o aprendizado e uma melhora no próximo investimento.

Ter um pensamento estratégico, nesse caso, vai além de determinar os principais investimentos ou saber com precisão os próximos passos. É também entender que alguns retornos, indicadores e marcadores vão além de resultados palpáveis e até mesmo financeiros, mas sua importância é tão grande quanto aqueles que mostram com precisão os lucros obtidos.

Isso também inclui os investimentos com o varejo inteligente, por exemplo, uma especialidade da Green Retail Solutions.

Atualmente, a forma mais conhecida de medir o retorno sobre o investimento é com a fórmula do ROI. Sua sigla, traduzida do inglês, é literalmente Retorno Sobre Investimento (Return Over Investment) e esse indicador traz a relação entre os resultados positivos e negativos do que foi aplicado.

O ROI pode ser obtido com a subtração do lucro pelo investimento e depois dividido pelo que foi investido. Assim, é possível obter um resultado palpável sobre os ganhos no período.

Uma loja física pode se beneficiar muito com o cálculo do ROI, já que ele traz, de forma bruta, o resultado de alguns tipos de investimento, mas o varejo também precisa de outras formas de indicação.

Quais os indicadores-chave que devem ser observados na loja física?

Você já ouviu falar de KPIs? Os Keys Performance Indicator (ou Indicadores-Chave de Performance) são usados para avaliar se as expectativas (seja em ações, atitudes, iniciativas e outros) estão sendo atendidas, de acordo com a ideia trabalhada na campanha ou, no caso, na loja física.

Esses indicadores podem ser variados e acompanhá-los é uma ótima forma de saber se há um bom retorno do investimento. Eles, inclusive, também podem ser aplicados no e-commerce, em comércio eletrônico e outros segmentos, mas sua utilidade em loja física é incontestável.

O que difere de um segmento para outro está relacionado com quais serão os indicadores de desempenho. Em lojas físicas, alguns pontos são essenciais para o sucesso da estratégia, bem como entender o retorno do investimento. Confira abaixo alguns dos principais e quais são as vantagens de cada um.

CAC

O Custo de Aquisição por Cliente (CAC) é um levantamento feito levando em conta tudo o que foi investido, em toda a campanha. Esse valor é dividido pela quantidade de clientes durante um determinado período.

É com o CAC que é possível saber se as estratégias estão dando certo ou não, indicando as melhores formas de melhoria.

Aumento da receita

Como não poderia deixar de ser, observar o aumento da receita é uma das formas de medir o retorno de investimento da loja. Essa informação é básica, mas uma das mais importantes para entender o retorno que a empresa tem perante ao que foi investido.

O aumento da receita está diretamente ligado, também, com a redução das perdas e diminuição dos desperdícios. Isso porque o varejo inteligente contribui para eliminar processos e itens desnecessários, contribuindo, portanto, com os níveis de retorno.

Diminuição das perdas

Com o uso do varejo inteligente, é possível reduzir alguns tipos de perdas, além de diminuir o investimento em determinados processos e até mesmo produtos. 

Satisfação do cliente

Existem diferentes formas de calcular a satisfação do cliente em relação à loja física, como a pesquisa NPS (Net Promoter Score). É a pesquisa em que o cliente pode votar de 0 a 10 em relação ao seu agrado com a loja.

Além disso, são os clientes os maiores advogados da marca e, por isso, medir a sua satisfação é um ponto fundamental.

Taxa de recompra

O índice ou taxa de recompra diz respeito a um cadastro prévio na loja física, que pode ser feito na hora do pagamento, permitindo que a empresa tenha controle sobre a frequência de compra dos consumidores.

Quando agregado ao tipo de perfil de consumo do cliente, o índice de recompra é bastante útil para orientar sobre os hábitos de compra, para que a marca consiga desenvolver promoções assertivas, que podem ser exclusivas.

Além disso, existem diferentes possibilidades estratégicas baseadas no índice de recompra, tornando as campanhas mais eficientes para a loja.

Market Share

O market share é, basicamente, o quanto uma empresa sobressai perante as outras da mesma área de atuação.

Ele é uma ótima forma de entender se o seu negócio está na direção certa em relação às campanhas ou se será necessário adaptá-las para concorrer com as demais empresas no mercado.

O market share pode ser calculado de algumas maneiras, como com dados referentes ao público-alvo, ao faturamento e até mesmo com a penetração da marca.

Mix de produtos

Sua marca pode incentivar a compra de mais de um produto. Imagine que o consumidor queira comer hambúrguer. A sua lanchonete pode vender o refrigerante, já que normalmente todos comemos acompanhados com uma bebida.

O cliente pode optar por comprar ou não, mas é uma alternativa útil para ele, que provavelmente terá sede. Essa é a ideia do mix de produtos: oferecer itens complementares e úteis ao que o consumidor precisa.

Self-checkout

O self-checkout é uma forma de varejo inteligente que contribui e muito para a praticidade do consumidor. Aqui, o cliente não precisa de um funcionário para passar suas compras ou auxiliar no pagamento, já que tudo é feito por ele mesmo.

Atualmente, esse conceito é principalmente aplicado em supermercados, mas diferentes lojas físicas de outros setores também já adotaram a prática. Contar com o self-checkout é uma forma eficiente de diminuir as filas e, consequentemente, o tempo de espera para passar as compras.

Acompanhar os índices de self-checkout é bastante importante para entender os hábitos e necessidades do consumidor, a fim de trazer outras formas de varejo inteligente, se for necessário.

 

Mas esses são apenas alguns dos indicadores para a loja física. Além do ROI, que calcula exatamente o retorno sobre o investimento, o varejo físico pode, e deve, usar de muitas métricas úteis para medir o seu sucesso.

Conheça as soluções da Green para otimizar a experiência de compra de seus clientes e obter ótimos resultados para o seu negócio.

Design de PDV: Da atração à compra

Postado por agenciacanna em 20/jan/2022 - Sem Comentários

O design de PDV é ponto de partida e suporte de toda a estratégia de atração e vendas de uma loja. Do momento em que o cliente entra no espaço até quando finaliza uma compra: o design faz toda diferença.

A disposição dos produtos, as cores usadas, as formas predominantes na loja, o mobiliário, os gatilhos mentais… tudo faz parte do design de PDV e deve ser levado em consideração na montagem da estratégia, já que tudo isso influencia na experiência de compra do cliente e no desempenho das vendas de um produto ou marca.

O design de PDV pode ser planejado conforme as características particulares de cada negócio e também o espaço disponível, mas é algo completamente personalizável para se adequar aos objetivos traçados nas estratégias de marketing e comercial. 

A Green Retail Solutions é especializada em varejo. Além da grande participação neste mercado, com soluções de segurança e organização, oferece a seus clientes serviços de qualidade comprovada em Design de PDV.

Psicologia no design de PDV

A psicologia pode e deve estar presente no design de PDV. Mas como?

Muitos aspectos do varejo conseguem agradar o nosso subconsciente e fazer com que fiquemos mais inclinados a comprar certo produto, aderir ao serviço ou ser atraído para determinada parte do espaço. Isso pode ocorrer por diferentes estratégias adotadas para encantar o nosso psicológico.

Psicologia das cores

Muitos estudos comprovam que as cores influenciam diretamente nas nossas emoções e ações. Para o design de PDV, é muito comum usar as cores para atrair a atenção, além de passar informações. Isso porque o aspecto visual é muito usado para indicar a promoção de produtos ou a sua escassez, por exemplo.

O amarelo, além de ser relacionado ao otimismo e felicidade, é muito usado para atrair a atenção para uma oferta. Enquanto isso, o vermelho oferece um senso de urgência muito usado em promoções. Já o laranja pode ser uma boa pedida para os gatilhos mentais, pois estimula o entusiasmo e as ações.

Essas três cores são poderosas para os consumidores impulsivos. Mas esses são só alguns exemplos do poder que as cores têm para os varejistas.

Psicologia das formas

As formas também são capazes de influenciar os consumidores. Por isso, no planejamento do design de PDV, devem ser levadas em consideração.

Estudos feitos em diferentes Universidades dos Estados Unidos apontam que as formas e linhas retas são consideradas menos acolhedoras e ativam a parte do cérebro que processa as sensações de medo. Já as formas arredondadas transmitem maior harmonia e tendem a ser mais agradáveis aos olhos.

Portanto, apostar em um design fluido e orgânico, com bom equilíbrio entre as linhas retas e formas arredondadas, displays e mobiliários aconchegantes, entre outras intervenções no PDV, será, sem dúvidas, o caminho certo para encantar e fidelizar os clientes.

Gatilhos mentais

Já os gatilhos mentais são técnicas de persuasão capazes de fazer com que o consumidor faça uma determinada ação, a de comprar, através de estímulos emocionais, visuais e comportamentais do indivíduo.

Isso pode se dar de diferentes formas: com as cores, como já mencionamos, mas também com a experimentação de compra e métodos sensoriais.

Além de toda inteligência de design, a Green oferece soluções de segurança e organização para contribuir com a experimentação de produtos e, consequentemente, com maiores índices de conversão em vendas.

Outras formas de design de PDV

Saindo somente da parte psicológica que envolve as questões intangíveis e emocionais, o design de PDV pode ser muito bem aproveitado por produtos tangíveis, como os quiosques ou SIS (Store In Store), mas é importante que o público se identifique com eles. Assim, é possível apostar em formatos diferentes e cores chamativas para deixá-los bem mais atraentes.

Displays

Os displays oferecem impacto visual, o que os tornam ideais para colocar produtos em destaque, indicar promoções, evidenciar determinados pontos, entre outros. Atualmente, é possível encontrá-los em diferentes formatos, como os de chão, de gôndola, check-out e mais.

Mobiliário

Toda a parte mobiliária também faz diferença no design de PDV. Isso porque os mobiliários podem delimitar áreas e setores, expor produtos e também gerar maior conforto para os clientes, tornando a experiência de compra mais agradável. Ainda, podem ser personalizados conforme a necessidade, tendo um papel funcional, estético e até promocional na loja.

 

Algumas práticas de sucesso entre tantas possibilidades:

  • Crie algo interativo, o que permite que o consumidor tenha contato com seu produto ou serviço antes da compra. Isso o deixará mais propenso a comprar;
  • Use telas dinâmicas para educar o cliente, sendo uma forma que ele poderá identificar o motivo do seu produto ou serviço existir;
  • Faça demonstrações! Por que não mostrar seu produto em ação? É uma ótima forma de exibi-lo, além de atrair bastante a atenção dos consumidores;
  • Incentive a experimentação, assim o cliente poderá provar o item e decidir se é o que ele precisa. Essa é uma ótima maneira de fortalecer a sua marca;
  • Aposte em mobiliários lúdicos e temáticos.

Contar com um design de PDV personalizado, atrativo e eficiente é indispensável para o sucesso em atração e vendas, mas, para além disso, é fundamental para que sua marca seja altamente reconhecida no mercado.

E essa é mais uma das especialidades da Green Retail Solutions! Fazer do seu projeto de design um caso de sucesso desde o início, da construção de briefing ao acompanhamento dos resultados. 

Entre em contato, fale com nossos consultores e descubra tudo o que podemos fazer pelo seu design de PDV!

Como o comportamento do consumidor está impulsionando a evolução do varejo?

Postado por agenciacanna em 23/dez/2021 - Sem Comentários

A pandemia do Coronavírus mudou hábitos de pessoas em todo o mundo. A adaptação ao distanciamento social e o uso de máscara são apenas alguns dos pontos principais, mas, para além das questões de segurança e saúde, muitas outras coisas são diferentes hoje e uma delas é o comportamento do consumidor.

O comportamento do consumidor é um estudo que busca analisar os hábitos de compra e as percepções que uma pessoa possui durante esse processo, levando em consideração uma série de fatores, como classe social, faixa etária e dados demográficos. Com essa análise, é possível entender o que o consumidor mais precisa, quais são as suas necessidades e outros fatores capazes de definir campanhas mais assertivas.

Levando em conta a pandemia, a forma como todos nós compramos foi modificada – e muito. A população aderiu às compras online como principal método de compra, abrindo mão das lojas físicas que antes eram muito procuradas por todos.

Então como o comportamento do consumidor está impulsionando a evolução do varejo? A facilidade entre integrar o varejo físico às formas de compra online e a própria mudança de comportamento são a resposta.

Apesar da adaptação necessária e do crescimento do número de compras online, a importância do varejo é incontestável. É por meios físicos que os consumidores se sentem mais seguros para realizar uma compra, além de poder procurar imediatamente um funcionário em caso de dúvidas sobre o produto ou serviço.

E é nesse setor que a Green é especialista, contando com diversos produtos e serviços relacionados ao varejo.

A adaptação do varejo ao comportamento do consumidor na pandemia

Adaptar-se ao comportamento do consumidor é uma tarefa indispensável, seja para o varejo ou para o e-commerce. Mas com a chegada da pandemia, os varejistas precisaram se adaptar à nova realidade global e aos novos hábitos de compra, o que demandou paciência e muita criatividade.

Sendo assim, a principal mudança no comportamento do consumidor foi a sua forma de consumir, que passou a ser, em boa parte. online. Abaixo, confira algumas das principais formas que os varejistas encontraram de adaptar o mercado ao novo comportamento.

Desenvolvimento de sites ou aplicativos oficiais capacitados das lojas varejistas

Muitas lojas físicas não tinham sites e aplicativos capacitados o suficiente para funcionar com um alto tráfego de pessoas. Por isso, o primeiro passo para muitos varejistas, principalmente os menores e médios, foi adaptar o site e app (ou criá-los do zero) para garantir que suas vendas continuassem.

Isso envolve tanto o suporte necessário para tráfego, como também o desenvolvimento de assistentes virtuais para ajudar, entre outras ferramentas importantes, durante a experiência de compra.

Do clique e retire ao drive-thru

O clique e retire já existia antes da pandemia do Coronavírus. O consumidor realiza a compra pelo site e opta por retirar em uma loja perto de si, o que torna a experiência de compra melhor, principalmente pela possibilidade de tirar quaisquer dúvidas com funcionários na hora de retirar o produto.

Já o drive-thru para lojas é um conceito razoavelmente novo e que ganhou muito destaque na pandemia. Assim como no clique e retire, o consumidor faz a compra pelo site e retira presencialmente, mas a diferença é que não há a necessidade de sair do próprio carro. Essa logística pode ser feita de diferentes formas e é uma maneira de o consumidor se sentir um pouco mais próximo da marca.

Compra experimental

A experiência de compra é um ponto-chave para o varejo e esse é, sem dúvidas, um dos principais diferenciais que as lojas físicas têm em relação ao e-commerce. Isso porque algumas experiências só podem ser feitas presencialmente e este é um fator que deve ser explorado (e muito!) pelos varejistas.

Os guide shops, por exemplo, podem ser uma forma de compra experimental, mas existem muitas outras maneiras de oferecer uma experiência única ao consumidor que prefere ir à loja, como interações com o produto ou serviço e até mesmo formas de experimentá-los, um diferencial importante principalmente para alguns segmentos.

Os resultados da adaptação ao comportamento do consumidor

O varejo já pode perceber alguns dos resultados pela sua adaptação às mudanças no comportamento do consumidor. Segundo a pesquisa feita com a parceria entre a Airship com a Sapio Research no site da Business Wire, quase dois terços dos consumidores pretendem usar aplicativos móveis de varejistas para realizar as compras de final de ano, combinando as experiências de compras físicas e digitais.

Além disso, mais da metade dos entrevistados estão dispostos a realizar experiências com seu smartphone durante as compras em lojas físicas, um índice bastante interessante para o varejo, que pode e deve apostar em compras experimentais.

 

As lojas físicas têm pessoas fiéis ao redor de todo o mundo e, sem dúvidas, o futuro do varejo está em misturar as experiências presenciais com o digital, que é a tendência observada no comportamento do consumidor, além de acompanhar as suas adaptações e mudanças.

Assim como as adaptações, a segurança e a tecnologia também estão intrínsecas à evolução do varejo e para contar com o que há de melhor nas duas áreas fale com a Green, uma empresa especializada na rede varejista, apostando em itens de segurança, como cadeados eletrônicos, além de conceitos e acessórios do varejo inteligente. Entre em contato e solicite uma proposta!

As vantagens e oportunidades dos guide shops

Postado por agenciacanna em 09/dez/2021 - Sem Comentários

Os guide shops têm ganhado a atenção de diferentes marcas, pois se tornaram uma busca recorrente por muitos compradores, algo que afeta diretamente o seu comportamento de consumo. Acompanhar essas mudanças no comportamento é fundamental para garantir que as marcas se adaptem aos novos hábitos de consumo do seu público.

Com a pandemia do Covid-19, muitos consumidores recorrem às compras online. Apesar disso, ações como ver o produto pessoalmente, sentir o tecido, tocar na peça e experimentá-la ainda são indispensáveis para o consumidor.

É neste cenário que os guide shops se tornam grandes aliados do varejo. Esta modalidade existe desde antes da pandemia, mas pode ganhar força com a nova realidade do varejo nacional e mundial.

Os guide shops são estabelecimentos físicos que contam com mostruário, sem estoque, para que o consumidor entre, prove, veja a peça e decida se quer comprá-la. A compra do produto é feita diretamente no site da marca, em estações digitais com acesso à internet presentes dentro do próprio local.

Além de um boy layout de loja, é importante pensar na segurança dos produtos expostos, mas fique tranquilo: com a Green, todo o mostruário fica seguro com a presença da etiqueta antifurto. Assim, não há a possibilidade de qualquer pessoa levar alguma peça consigo sem pagar.

Feita a compra, o consumidor pode receber o produto no conforto da sua casa em poucos dias, às vezes em poucas horas, garantindo a praticidade do processo. Mas em alguns casos, é possível retirar na própria loja, caso o cliente prefira.

A Green oferece diferentes tecnologias para manter o seu guide shop em segurança e trazer maior praticidade e eficiência para o dia a dia das marcas. De olho nas tendências, trouxemos as principais vantagens e oportunidades em aderir a esse conceito.

Quais os benefícios dos guide shops?

Como não poderia deixar de ser, os guide shops contam com muitas vantagens para qualquer marca. Confira as principais.

Diminuem os investimentos com estoque

Manter um estoque cheio demanda de muito investimento financeiro. Por isso, os guide shops são ótimos para reduzir qualquer custo em relação à reposição de produtos, além de não ser necessário expor itens em todas as suas cores.

Se houver alguma dúvida em relação às cores, por exemplo, o consumidor pode procurar os totens ou telas dentro do espaço e ver mais detalhes sobre o produto.

Minimizam as taxas de devolução e troca

Todos nós já compramos alguma peça de roupa online e ela não ficou exatamente como queríamos ou então não serviu corretamente. Através do guide shop, as taxas de devolução tendem a cair bastante, já que o consumidor consegue ver e experimentar o que ele quer comprar.

Assim, quando a compra é feita, a pessoa já sabe como a peça fica em si, o que a ajuda a realizar compras mais assertivas e, consequentemente, diminuir as devoluções e trocas.

Facilitam a escolha

Muitos fatores fazem com que o consumidor escolha uma peça. Com a ajuda dos guide shops, ele pode ver ao vivo como o produto é, se é do tamanho correto e se,  fisicamente, o produto é como ele imaginava, conseguindo satisfazer as suas próprias expectativas. E isso não é apenas para vestuário, vale também para qualquer outro tipo de produto, de eletrônicos à utilidades domésticas.

A possibilidade de ver o produto pessoalmente antes de comprá-lo facilita a escolha do que levar.

Quais os pontos de atenção dos guide shops?

Assim como tudo no mundo, os guide shops também têm pontos que podem não ser  favoráveis para alguns tipos de consumidores. Confira um deles abaixo.

Impossibilidade de levar o produto imediatamente

O conceito do guide shop é para o consumidor experimentar o produto no espaço e recebê-lo em casa. Dito isso, pode ser um problema para quem deseja levar o item no mesmo instante, já que a marca não possui estoque.

 

O guide shop é uma ótima opção para quem quer se destacar e até aumentar a autoridade da sua marca no mercado. Se esse tipo de loja estiver nos seus planos, garanta o seu sucesso com as soluções que a Green Retail Solutions pode oferecer! Somos um fornecedor homologado das maiores redes do país, contribuindo ativamente com a evolução do varejo!

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